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Crônica do Projeto Acolhendo 2012

Posted by Equipe do Blog on 21:34 No comments



As crônicas normalmente são baseadas em fatos cotidianos, às vezes estórias contadas como parábolas. Mas a crônica que estou contando hoje a todos vocês relata uma história verídica. Um fato que aconteceu há tempos.

Durante o início da Terra, Deus, com seu grande poder e sabedoria, criou o homem, fez à sua imagem e semelhança; porém, esse mesmo homem, que Deus com tanto amor criou, se enganou e pecou. Desse dia em diante, nunca mais conseguiu parar: o conhecimento do bem e do mal conseguiu dominá-lo, e, até hoje, não existe humano que seja incapaz de pecar. Mas, para que o mundo não se perdesse, Deus enviou o seu único filho, Jesus Cristo, o Salvador, para falar da palavra de amor e arrependimento ao mundo, e assim conseguir salvá-lo. Mas não foi tão simples assim.

Desde o nascimento, Jesus sofreu perseguição. Primeiro, por Herodes, que, com medo de perder o seu trono, mandou matar todas as crianças recém-nascidas de Belém. Jesus foi levado, por seu pai José e sua mãe Maria, para o Egito, onde ficou refugiado até a morte de Herodes. Ao longo de sua vida Jesus realizou muitas curas e milagres, perdoou pecados e por muitos foi admirado, porém, para os judeus, o Rei deles deveria nascer no palácio, em um berço acolchoado, talvez, e ter coroa e riquezas; para os judeus, ele viria libertar Israel das mãos romanas. Mas esse não era o plano do Senhor, que veio em toda a sua simplicidade demonstrar amor. Ele passou sua vida por aqui, em tudo foi tentado, mas não cedeu em nada, nunca fez nada errado e sempre distribuiu a palavra da salvação, com amor e, é claro, correção.

Mas, ao fim de tudo isso, ele foi acusado: “o homem que queria tomar o lugar do rei”, “o herege”. No Getsemani, ele foi preso, torturado, chicoteado, levou murros e cuspidas no rosto, foi humilhado e, ao ter sede, deram-lhe vinagre. Seus pulsos furados, seu braço deslocado por estar em uma cruz maior que ele. Muito, muito sofrimento padeceu e, ainda assim, olhou para a multidão e, com amor, clamou “Pai, perdoa-os, eles não sabem o que fazem!”. Será que alguém nesse mundo inteiro, teria um amor tão grande assim? De, sem pecado algum e com todo o poder de se livrar, se render para dar uma nova chance de salvação? Em canto nenhum você irá encontrar alguém que, sem erros, se disponha a morrer por você, pecador, simplesmente por amor. Ele, então, sem mais suportar a aflição, olhou para o céu e disse com dificuldade: “Pai! Em tuas mãos entrego o meu espírito!” E ali padeceu.

Mas o amor do Senhor não acabou aí, ele, ao terceiro dia, com toda a glória, ressuscitou. Sim, ressuscitou para que pudesse mostrar ao mundo o seu amor! E ele não ficou aqui, pois seu tempo na Terra terminou. Contudo, ele nos deixou um consolador, o Espírito Santo, que intercede por nós quando erramos e nunca nos abandona.

Não estou aqui para falar uma história dramática, que lhe faça chorar e, logo após, você esqueça e deixe pra lá. Estou falando de uma história real, de um amor divino, maravilhoso e sem igual, de um homem a quem resolvi a minha vida dedicar, assim como ele fez por mim. Ele lhe deixou o livre arbítrio para escolher. Só quero dizer “Amanhã pode ser muito tarde!” Aquele, que veio a Terra por nós, padeceu, sofreu, foi humilhado e maltratado simplesmente por amor. Acredite que a escolha de se entregar de corpo e alma ao Senhor é a melhor que poderia ser feita. Você a tem em suas mãos, e o poder de decidir que caminho trilhar. E, se você abandonou esse caminho, o Pai te espera. Volta para casa!

Que Deus abençoe!

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